quinta-feira, 25 de julho de 2013
OBRAS QUE SE TORNAM TRABALHO ESCRAVO NA BAHIA
Duas obras do ‘Minha Casa, Minha Vida’ são flagradas com trabalho escravo na Bahia.
Em um dos casos, ocorridos na Bahia, trabalhadores pediram “socorro” a auditores depois de serem demitidos, terem sido ameaçados de despejo do alojamento e passarem fome.
Por Stefano Wrobleski | Categoria(s): Notícias
Duas obras do programa de habitação do governo federal “Minha Casa, Minha Vida” foram flagradas com trabalho escravo nos últimos quatro meses na Bahia. Os casos aconteceram em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, e Feira de Santana, a 120 quilômetros da capital do Estado. Em ambos, os trabalhadores resgatados haviam sido contratados por empresas terceirizadas. Através do programa, o banco público Caixa Econômica Federal financia casas para famílias com renda mensal de até R$ 5 mil.
Em Camaçari foram oito pessoas resgatadas em 13 de junho. Elas trabalhavam nas obras do “Residencial Caminho do Mar”, que deve contar com 1,5 mil sobrados quando estiver pronto, de acordo com informações do site da Gráfico Empreendimentos, responsável pela construção. Os trabalhadores foram aliciados pela empresa Andrade Alves em Acajutiba, município a cerca de 140 quilômetros de Camaçari, e haviam sido contratados em 6 de maio pela construtora, terceirizada da Gráfico. Eles tiveram de pagar o deslocamento até Camaçari e foram registrados na carteira de trabalho como ajudantes, embora realizassem os serviços de pintura e tivessem sido contratados para essa atividade, o que caracterizou terceirização ilícita. Por um desentendimento da Gráfico Empreendimentos com a Andrade Alves, o contrato entre as empresas foi reincidido sem que os salários e demais obrigações trabalhistas de mais de um mês de serviços fossem pagos. Em abril deste ano, a Gráfico já havia sido autuada pela terceirização ilícita de 550 pessoas divididas em 21 empresas terceirizadas na obra, que chegou a ser embargada por falta de proteção coletiva.
O auditor fiscal do trabalho Vitor Filgueiras, responsável pela libertação, conta que a denúncia partiu dos próprios trabalhadores: “Eles foram à sede da Gerência Regional do Trabalho e Emprego no município para pedir socorro porque haviam sido demitidos e queriam voltar para sua terra natal, mas não tinham dinheiro para a viagem e passavam fome”. Eles seriam despejados do hotel onde estavam no mesmo dia e estavam sem comer desde o dia anterior porque o fornecimento de refeições havia sido cortado um dia depois da demissão. Como não receberam as passagens de retorno, os empregados estavam com o direito de ir e vir violados, o que contribuiu para a caracterização de condições análogas às de escravo.
Eles foram pedir socorro porque queriam voltar para sua terra natal, mas não tinham dinheiro para a viagem e passavam fome
Mais uma irregularidade apurada pela fiscalização foi a falsificação dos exames médicos dos trabalhadores. De acordo com Vitor, eles datam de 29 de abril e teriam sido feitos em um município próximo de Camaçari, mas as vítimas só chegaram à cidade um dia antes do início do trabalho, em 5 de maio. Outras 30 funcionárias da mesma empresa também foram demitidas sem receber os salários devidos, mas, como eram do mesmo município da obra, tinham como ir para casa e suas condições não foram consideradas de trabalho escravo.
Depois da fiscalização, a construtora pagou todas as obrigações trabalhistas. Em nota, a Gráfico Empreendimentos declarou que “respeita integralmente as normas trabalhistas e nunca realizou qualquer forma de terceirização ilícita”. “A Gráfico cobra de seus subempreiteiros o respeito à legislação trabalhista e, quando há algum descumprimento, assume solidariamente as obrigações com os trabalhadores”, escreveu. Ela afirma que “contestou nas instâncias adequadas todos os autos de infração aos quais se refere a reportagem e ainda aguarda pelas decisões”.
Feira de Santana
A outra obra do “Minha Casa, Minha Vida” flagrada com trabalhadores em condições análogas às de escravos foi em Feira de Santana. A fiscalização ocorreu em 13 de março e resgatou 24 pessoas aliciadas em diferentes cidades do interior da Bahia em um canteiro da CSO Engenharia. As vítimas, que tiveram de pagar a viagem, foram contratadas pela terceirizada Construtora Lima e trabalhavam há um mês no local. A terceirização foi considerada irregular, já que os empregados atuavam na mesma atividade fim da CSO e eram subordinados diretamente a funcionários da terceirizadora. A empresa também não apresentou documentos que comprovassem a realização dos exames médicos obrigatórios.
Carne pendurada no varal de alojamento de obra da CSO Engenharia.
Pedaços de carne pendurados em varal de alojamento de obra da CSO Engenharia.
De acordo com a auditora fiscal do trabalho Liane Durão, as duas casas que formavam o alojamento fornecido pela empresa estavam em condições degradantes. O local não possuía água potável e estava “extremamente” sujo porque não tinha ninguém responsável pela limpeza, o que obrigava os trabalhadores a limpá-lo durante a noite e nos fins de semana. Animais como escorpiões e carrapatos entravam com frequência na casa. Além disso, os próprios empregados tinham de comprar os produtos de limpeza. Uma das casas não tinha vaso sanitário, o que os obrigava a fazer suas necessidades no mato. As refeições não eram fornecidas durante a noite e aos fins de semana e, como não havia geladeira ou isopor para armazenar a comida, a carne ficava pendurada em varais. Outro problema era a falta de camas e o fornecimento de colchões inadequados. Segundo Liane, dormir nos colchões “era como se estivesse diretamente no chão, o que fez muitos dos trabalhadores comprarem novos”.
Em nota, a CSO Engenharia disse que o fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego, “usurpando de matéria de competência exclusiva do Poder Judiciário em relação à licitude ou não da terceirização, autuou a empresa em razão de supostas irregularidades relacionadas a empregados de empresa terceirizada”. A empresa também declarou que “já adotou as medidas judiciais cabíveis”. Dos R$ 60 mil devidos em verbas rescisórias, só R$ 39 mil foram pagos até agora.
CIPA
COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Regulamentada pela NR-05 a CIPA possui a missão de promover a permanente melhoria das condições de Saúde e Segurança do Trabalho dentro da empresa tornando o ambiente de trabalho saudável e seguro.
A CIPA é constituída por representantes indicados pelo empregador e eleitos pelos empregados. Estes repesentantes eleitos possuem uma estabilidade de dois anos a partir da data de sua posse.
Quando, por ser de pequeno porte, a empresa não for obrigada a constituir uma CIPA o empregador devera designar um funcionário para atender as exigências da NR-05
Os representantes dessa comissão deverão participar do CURSO DA CIPA e realizar uma reunião mensal onde serão discutidos os diversos temas relacionados a Segurança e Medicina do trabalho dentro da empresa.
A Empresa deve contratar os serviços de uma CONSULTORIA que possa prestar toda a assistência necessária ao processo de eleição, treinamento, implantação e acompanhamento da CIPA.
terça-feira, 23 de julho de 2013
SEGURANÇA NOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL
Comando da Brigada Militar debate segurança nos estádios de futebol
Cúpula da BM e liderança de movimento analisam segurança das torcidas nos jogos de futebol
Novo Hamburgo - Um encontro realizado nesta manhã teve como objetivo analisar a questão da segurança das torcidas e da Polícia Militar (PM) nos jogos de futebol. Participaram do encontro o comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Fábio Duarte Fernandes, o presidente da Frente Nacional dos Torcedores, João Hermínio Marques, o subcomandante-geral da BM, coronel Silanus Serenito Mello, o titular do Comando de Polícia Ostensiva da Capital (CPC), coronel João Diniz Prates Godoi, o comandante do 1º Batalhão de Operações Especiais (1º BOE), tenente-coronel Kleber Rodrigues Goulart e o comandante do 1º Comando Regional de Bombeiros (1º CRB), tenente-coronel Adriano Krukoski Ferreira.
Marques defendeu a pacificação nos estádios de futebol, por meio de conscientização da torcida, e solicitou ao Comando a identificação dos policiais que atuam nos estádios. O comandante do 1º BOE lembrou que todos policiais podem ser identificados facilmente. "Usamos uma tarjeta com o nome do lado esquerdo (do fardamento), que faz parte do uniforme da polícia", explicou o tenente-coronel Goulart.
O comandante-geral falou da possibilidade dos clubes pagarem pelo trabalho da Brigada ou contratarem segurança privada. Nos jogos de média complexidade em Porto Alegre, são mobilizados, no mínimo, 300 PMs para a segurança nos estádios. O custo estimado do gasto da Corporação gira em torno de 100 mil reais por partida. "Quando tenho 300 PMs no estádio de futebol, eu deixo de ter 300 nas ruas. Fazemos também as escoltas. Não estamos nos negando a fazer isso, mas a sociedade precisa refletir se quer a polícia nas ruas ou dentro dos estádios", destacou Fernandes.
Na Copa do Mundo, a polícia vai atuar somente nas áreas em volta do Beira-Rio. Dentro do estádio, a Fifa determina que a segurança seja privada. O coronel Fábio sugeriu ao presidente da Frente Nacional dos Torcedores que realize uma audiência pública com todos os atores envolvidos como, os representantes do Grêmio, Internacional, OAS e OAB, para uma discussão mais ampla, com objetivo de criar uma cultura de paz nos estádios.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
NORMAS REGULAMENTASDORAS
NORMAS REGULAMENTADORAS - SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.
Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento de suas obrigações com a segurança do trabalho.
As Normas Regulamentadoras vigentes:
NR 01 - Disposições Gerais
NR 02 - Inspeção Prévia
NR 03 - Embargo ou Interdição
NR 04 - Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do Trabalho
NR 05 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
NR 06 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI
NR 07 - Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional
NR 08 - Edificações
NR 09 - Programas de Prevenção de Riscos Ambientais
NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão
NR 14 - Fornos
NR 15 - Atividades e Operações Insalubres
NR 16 - Atividades e Operações Perigosas
NR 17 - Ergonomia
NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
NR 19 - Explosivos
NR 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis
NR 21 - Trabalho a Céu Aberto
NR 22 - Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
NR 23 - Proteção Contra Incêndios
NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
NR 25 - Resíduos Industriais
NR 26 - Sinalização de Segurança
NR 27 - Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB (Revogada pela Portaria GM n.º 262/2008)
NR 28 - Fiscalização e Penalidades
NR 29 - Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
NR 30 - Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário
NR 31 - Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde
NR 33 - Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados
NR 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval
NR 35 - Trabalho em Altura
NR 36 - Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
ACIDENTES DOMÉSTICOS
Parte substancial dos traumatismos ocorre dentro de casa. A pessoa encosta o braço na frigideira quente ou no ferro de passar, joga carne na panela, a gordura pula e atinge a mão de quem está cozinhando. Nesses casos, em geral, as lesões são pequenas e saram sozinhas. No entanto, queimaduras mais extensas e graves também acontecem e são comuns em crianças que se aproximam do fogão, tocam nos cabos das panelas e viram o conteúdo – leite, molho, água fervendo – sobre o próprio corpo.
Lesões com sangramento provocadas por objetos afiados e quedas também ocorrem com certa frequência dentro de casa e, não raro, notícias sobre mordeduras de cachorro e afogamentos ocupam espaço no noticiário da imprensa.
Prevenir esses acidentes deve ser preocupação de todos nós a todo momento. Muitos deles seriam evitados com medidas simples e um pouco mais de atenção.
TRAUMA COM SANGRAMENTO
Drauzio – Traumas com sangramento são comuns em casa e, geralmente, são provocados por desatenção da pessoa ao executar tarefas domésticas. Quais são as medidas que devem ser tomadas de imediato quando ocorre um trauma com sangramento?
Dario Birolini – Um dos ensinamentos que a vida me proporcionou no atendimento de emergência é que a primeira preocupação de todos nós deve ser não agravar a situação do paciente com medidas inadequadas. Portanto, em cortes, queimaduras ou outros tipos de traumas, na medida do possível, deve-se evitar o uso de produtos químicos ou de soluções caseiras.
Não existe sangramento, em lugar nenhum do corpo, que não estanque com a simples compressão do local em que está ocorrendo a hemorragia. Tanto faz que o sangramento seja no pé, na mão ou na cabeça. Se a pessoa pegar um paninho limpo e exercer um certo grau de pressão sobre a ferida, pára de sangrar. O que não pode é desesperar-se, fazer garroteamento ou colocar qualquer substância em cima. Sangrou, põe um paninho limpo sobre o ferimento e aperta. Se for um corte de menores proporções, em três ou quatro minutos, terá parado de sangrar e acabou o problema. No entanto, se a lesão for maior e o sangramento mais intenso, a vítima deve ser levada ao hospital para ser atendida por profissionais da saúde, que cuidarão não apenas do ferimento, mas tomarão outras providências, como saber se o paciente foi vacinado, se precisa de antibiótico ou deve ser encaminhado para o serviço de cirurgia. Às vezes, mesmo um corte pequeno pode necessitar de procedimento cirúrgico, mas esse é um julgamento que cabe ao profissional de saúde dentro do hospital.
QUEIMADURAS E CHOQUES ELÉTRICOS
Drauzio – Um dos traumas mais freqüentes em casa são as queimaduras e as pessoas se valem de medidas estranhas para aliviar a dor: esfregam manteiga, põem pó de café, passam o cabelo no local queimado. O que é certo fazer nesses casos?
Dario Birolini – Não se deve pôr absolutamente nada sobre a queimadura, nem mesmo uma substância química vendida nas farmácias e promovida pelos laboratórios, na imprensa. Se a lesão for superficial, a única coisa a fazer é proteger o local, a fim de evitar que uma batida ou escoriação possa causar dor, só por causa disso.
Nas queimaduras mais extensas, o procedimento deve ser exatamente o mesmo. Sem aplicar qualquer produto químico, farmacológico ou caseiro, deve-se cobrir a área com um pano limpo, sem apertar. Ele servirá, apenas, para proteger o local da dor que outros ferimentos possam provocar.
No entanto, o limite entre o ferimento banal e o grave, às vezes, é difícil de estabelecer. Na dúvida, – posso estar sendo repetitivo – é preciso sempre ouvir um profissional de saúde.
Drauzio – Na hora, é bom colocar água fria ou gelo na lesão provocada pela queimadura?
Dario Birolini – Pode colocar água fria. O melhor a fazer, porém, é proteger o local e aguardar. Em 99% das vezes, a santa natureza dá conta do recado, desde que ninguém atrapalhe. Se a pessoa acrescentar à agressão do calor agressões de substâncias químicas ou dos produtos que você mencionou, na verdade, em vez de ajudar, estará agravando a situação.
Drauzio – Existe algum outro tipo de trauma que você gostaria de mencionar?
Dario Birolini – Outro problema que não mencionamos até agora, mas que vale a pena fazê-lo, são as queimaduras provocadas por eletricidade que particularmente ocorrem mais em crianças, ainda que os adultos não estejam livres delas. O último caso que vi no Hospital das Clínicas (SP) foi o de um senhor que subiu no telhado para consertar uma antena de televisão, tocou num fio descoberto, levou um choque e despencou lá de cima.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Não deixe que a festa junina se transformar em tragédia
Normas de segurança
De acordo com as normas de segurança da Cemig, postes e padrões de energia não devem ser utilizados para amarrar bandeirinhas, faixas e outros adereços, assim como deve ser evitada a fixação de enfeites próximo à rede elétrica. Também não é permitido usar as estruturas da rede de energia para esse fim.
A montagem de barraquinhas, camarotes, arquibancadas, palanques, palcos e a utilização de veículos de som e trios elétricos deve ser feita em conformidade com a distância mínima de segurança (1,5 metro) em relação à rede elétrica. Durante a montagem e a desmontagem, os operários deverão ficar atentos a essa distância e manusear ferramentas e peças com cuidado. Os veículos de som e trios elétricos também só poderão operar se a sua altura com os ocupantes respeitar a distância de 1,5 metro em relação à rede elétrica.
Quanto aos tradicionais balões juninos, Demétrio Aguiar é enfático: “soltar balão é crime e não se deve, de forma alguma, fazê-lo próximo à rede elétrica. Apesar desse não ser um costume dos mineiros, é sempre bom reforçar a informação, pois algumas pessoas ainda se aventuram e brincam perto das instalações e cabos. Historicamente, acidentes dessa natureza sempre causaram danos enormes às pessoas envolvidas”. Outra recomendação é não fazer fogueiras sob a fiação elétrica.
Procedimentos em caso de acidente
Em caso de ocorrência de acidentes envolvendo a rede elétrica, são cuidados imprescindíveis:
- isolar o local, não permitindo a aproximação de pessoas;
- jamais tocar em fios partidos;
- não tentar retirar objetos ou pessoas que estejam em contato com fios, sem que antes um profissional
capacitado assegure que a energia foi desligada;
- acionar imediatamente a Empresa através do Fale com a Cemig, pelo telefone 116.
Essas orientações são fundamentais para evitar contratempos nas festividades tradicionais dessa época e aproveitá-las com toda segurança.
SEGURANÇA DO TRABALHO SALVA-VIDAS
Os salva-vidas recebem uma formação completa que envolve treinamento para nadar de forma correta, adquirem conhecimentos das técnicas de massagem cardíaca, respiração, oceanografia, cuidados com o banhista e agilidade nas ações de prevenção e salvamento, pois durante um possível afogamento, alguns segundos podem significar uma vida.
Para identificar as áreas que são seguras e também as não próprias para banho, os Salva-Vidas colocam placas indicadoras com cores diferentes.
Verde: Mar bom
Amarela: Atenção
Vermelha: Local perigoso
Tanto as Verdes, Amarelas quanto as Vermelhas, geralmente são colocadas na direção do local, e no caso da última são postas em frente a correntes de retorno ou bancos de areia, o que significa que não é permitida a entrada de banhistas, pois nesta área o risco de afogamentos por imprudência é muito alto. Para saber mais, se o banhista entrar em uma corrente de retorno, que possui uma velocidade de 3 m/s; significa que nem o melhor nadador que nada 2m/s consegue ir contra essa corrente. Os Salva-vidas auxiliam a não desafiar a natureza e caso ocorra algo do gênero, é importante nadar para o lado oposto procurando um banco de areia.
Além destas atividades, o Salva-Vidas também é responsável por atividades de prevenção, com o objetivo de evitar acidentes nas praias de mar ou de água doce (rios, lagos e lagoas) e também de piscinas, através de campanhas educativas. É muito comum em época de alta temporada, ver placas e cartazes com informações sobre o Salva-vidas.
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